sábado, 24 de janeiro de 2009

NAVIERA ARMAS VOLTA A OPERAR PARA O ALGARVE

O 'Volcán de Tijarefe' vai continuar a transportar carga nos itinerários de Portimão para o Funchal, e em sentido inverso também, ao abrigo da licença que a companhia obteve das autoridades portuguesas, que permite o embarque e desembarque de contentores ou atrelados, desde que estejam colocados sobre rodas, sem limitação de quantidade. O armador diz que a companhia está bem ciente das obrigações que tem e que nunca foi sua intenção causar problemas de trânsito no Porto do Funchal, nem tão-pouco criar bloqueios no tráfego citadino. O que será tido mais em atenção, a partir de agora, é uma maior fluência do tráfego, no desembarque dos contentores rodados, o que até nem é da responsabilidade do armador, mas sim das empresas que recebem ou despacham essa carga. Nada obriga a que os meios propulsores, a denominada cabeça do camião, viaje no 'ferry', desde que no porto de destino existam em número suficiente para proceder ao desembarque e transferência da dita carga rodada, em condições que evitem o bloqueio de tráfego ou excessiva confusão no trânsito normal de viaturas.Armas não vê explicação para os problemas que foram criados no último fim-de-semana no porto do Funchal, porque tudo o que a companhia canária tem feito está de acordo com a licença que lhe foi atribuída e segue a prática de outros 'ferries' em portos europeus, onde, naturalmente, vigoram as mesmas directivas comunitárias que regulamentam o sector.Conceição Estudante, secretária regional do Turismo e Transportes, em conferência na passada quarta-feira dia 21 de Janeiro, em Lisboa, no âmbito da Bolsa de Turismo, tinha classificado de ficção os movimentos anormais que se verificaram no Porto do Funchal, classificando-o como proveniente de um grupo de agitadores, que pretenderam colocar em causa o bom relacionamento que o operador canário tem com a Região. A propósito, a secretária regional disse que o 'ferry' transportou no ano passado cerca de 20 mil passageiros para a Madeira. Metade deste movimento, explicou a secretária regional, pode ser considerado como entrada de turistas.O vice-presidente da Armas que está também em Lisboa, na Bolsa de Turismo, disse ao nosso jornal que têm prosseguido contactos com parceiros portugueses, nos segmentos de viagens e de transitários, com vista ao crescimento da operação entre Portimão e o Funchal. Se a procura aumentar e justificar, a Naviera Armas está preparada para aumentar para duas viagens semanais, na rota Canárias-Portimão, com escala no Funchal, sendo que o grande movimento terá como destino os portos portugueses.
Fonte:JornalHardmusica

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